26 maio 2017

Top 3: Músicas experimentais que tocam a alma

The dance macabre

Já pararam para pensar sobre o quão cômico é o fato de que gastamos a maior parte do tempo tentando descobrir as coisas ao invés de simplesmente apreciá-las visualmente? 

Hoje me recordei de uma curta seleção musical experimental feita por mim anos atrás em uma rede social há muito esquecida. E me perguntei, porquê não trazer o registro delas pra cá!? E é exatamente isso que venho fazer. Espero que também possam tocar a alma de vocês do mesmo modo que tocaram a minha.

1. Pagan Poetry - Bjork

Este vídeo é uma grande desconstrução. O que acaba fazendo dele algo muito chocante e especial. A ideia sobre sexualidade, auto-mutilação estética, e ao mesmo tempo, feminilidade foi tão perfeitamente exposta nesse clip. Sem falar na sexualidade, claramente expressa no rosto de Björk, em sua expressividade. É algo que pode ser facilmente percebido, se for bem absorvido. Uma nudez de emoções, que acaba por emocionar mais que qualquer nudez física. É o pico desta obra de arte. 


“And he makes me want to hurt myself again.” 

Tamanha emotividade, expressando da maneira mais intensa possível o desejo de perde-se em alguém - a ponto de só esse alguém poder lhe machucar. E no final das contas, o amor é isso. Você da o poder à pessoa, e o máximo que pode fazer, é esperar que ela não o use. Por fim, esse vídeo demonstra justamente o que a arte deve ser: uma resposta terrivelmente bonita ao terror de amar. E uma vez que o amor é uma emoção simples e poderosa, sua resposta deve ser simples e poderosa também. Deve-se em outras palavras, ser uma forma de Pagan Poetry. 



15 maio 2017

Curiosidades na produção de "A Família Addams"


Oi! Antes de tudo sinto que devo me desculpar pelo sumiço, mas estou de volta e com algumas novidades que serão reveladas bem em breve.. Bom, que Família Addams é um de meus seriados preferidos não é mistério a ninguém. Decidi separar hoje algumas curiosidades interessantes a respeito desse clássico criado pelo cartunista Charles Addams, na qual a gente tanto ama. Mas antes, que tal dar um play na musica tema para entrar no clima?



1- Morticia Addams
O papel de Morticia foi recusado a Cher, que possuía grande interesse em interpretar a grande femme fatalle, pois o mesmo, já havia sido atribuído a Angelica Huston, que revela ter tido de se empenhar um bocado para cumprir os requisitos e encarnar a personagem. Revelando ainda, ficar extremamente cansada após as gravações, "com dores pelo corpo e crises de enxaqueca".
Sua transformação envolvia doses generosas de maquiagem, unhas postiças gigantescas e um Corset metálico para ajudar a modelar sua silhueta.  

2- Fester Hopkins?
Originalmente, o papel de Tio Fester ou Tio Chico foi oferecido a Antony Hopkins, conhecido por interpretar o famoso canibal Hanibal Lecter. Pode parecer destoante, eu sei, mas me digam um papel em que esse cara não interpretou com maestria? 


18 abril 2017

A tradição judaico cristã e sua série de privações


Dies irae, dies illa
Solvet Saeclum in favilla
 







Prometi para mim mesma não entrar aqui em quaisquer mérito religioso, até porque não penso em expor minha religiosidade. Mas até que dar uma de advogada do Diabo eventualmente não faz mal a ninguém, não é mesmo? Me peguei refletindo sobre todo ninho de toxidade na qual fui emergida durante boa parte de minha infância, adolescência, e principalmente pré-adolescência, em especial pela opressão severa que tive de enfrentar dentro da minha própria família. Ao longo dos meus invernos, leitura, conversa, percepção e vivência acabaram por gerar certo aprendizado e oportunidade de compreender e tirar minhas conclusões sobre meus redores.
E já que agora tenho um blog, acordei me perguntando
 Tem lugar melhor que esse para descarregar os infernos?

17 abril 2017

Sindrome de Sarah Baartman, a Inês Brasil da antiguidade


Alguém aí já ouviu falar na Síndrome de Sarah Saartjie Baartman? Não?

Antes que queiram me apedrejar, vamos retroceder dois séculos, e dar um tour pela história, em um caso tanto intrigante quanto chocante. 

Em 1789 nasceu no seio de uma família Khoisan, situada no vale do rio Gamtoos (África do Sul), uma mulher negra nomeada Saartjie "Sarah" Baartman. Sua vida foi marcada desde cedo com demasiadas penúrias. Ficando órfã na adolescência, continuou mantendo seu fiel desejo de construir uma família e seguir sua própria vida, começando então a trabalhar como empregada doméstica na Cidade do Cabo quando um colono holandês assassinou seu companheiro, com quem a mesma havia tido um bebê que também falecera logo depois.

Aos 19 anos de idade, Sarah foi pega como escrava e levada por Hendrick Cezar -- imão de seu proprietário, ao famigerado FreakShow (Circo de Horrores), com a justificativa, de que ficariam ricos com apresentações da mesma. *Adendo: Como boa parte das mulheres de sua tribo, Saartjie tinha imensas nádegas, hipertrofia conhecida como esteatopigia.

07 abril 2017

UNBOXING: Infinito Store


Para começar o mês de abril com o pé direito, a Amanda da Infinito Store (nossa nova parceira) me enviou 3 lindos itens de sua loja. A Infinito é uma marca bem abrangente. Possuindo itens importados e a pronta entrega a todos os gostos, de Steampunk a Lolita e Cosplayers. 


As peças e acessórios da loja são bem diversificados e diferentes, além de possuírem uma qualidade impecável e preços em conta. Sem muitas delongas, pois a ansiedade está difícil de se conter, vamos as peças e às minhas considerações a respeito das mesmas.

03 abril 2017

Review: O que eu NÃO gostei na Studio Fix Fluid - M.A.C

Your makeup is terrible - But I love you anyway.

Nada melhor que Your makeup is terrible da magnífica Alaska Thunderfuck para estrear a primeira resenha de produtos de maquiagem no blog. Decidi trazer hoje minhas considerações a respeito da tão falada Studio Fix Fluid da MAC. Deixando claro que tudo que digo aqui foi com base nas minhas experiencias pessoais. Valendo ressaltar que apesar de gostar de maquiagem e estar sempre em busca de novos produtos, NÃO sou uma profissional da área.

Após pesquisas e buscas decorrentes nos redores da internet, em pleno calor escaldante do Rio em 2014 - cidade em que eu residia na épocadecidi investir em minha primeira base da MAC. A Studio Fix Fluid que promete ser uma aliada das peles oleosas e proporcionar uma ótima cobertura. O que me pareceu ideal, levando em consideração a exposição constante às temperaturas altíssimas de minha cidade e a necessidade de não sair brilhando por aí feito um pão doce. Será?

Friso com antecedência que essa postagem não possui nenhum intuito de difamar a marca, apenas relatar as experiencias vivenciadas por uma mera mortal frustrada com um produto da mesma, e vocês irão entender porquê. Pois bem. 

A base cumpre o que promete quanto a seu acabamento sequinho na medida do possível (afinal, nota-se considerável transferência) e sua alta cobertura, mas como nem tudo são rosas, venho expor umas contra-indicações e observações a respeito do tão "badalado" produto, para quem sabe ajudar alguém a não rasgar dinheiro como quem vós fala em meio a falta de aviso.



02 abril 2017

Santiago Caruso e o Vanguardismo Decadente

Resultado de imagem para santiago caruso
Plague of a Coming Age
http://santiagocaruso.com.ar/

Elizabeth Bathory
"Uma marionete para a sobrinha."
 "Eu sou o império ao fim da decadência"

Como sendo um artista simbolista da linguagem Vanguardista Decadente, 
Santiago Caruso é sem sombra de dúvidas um de meus artistas preferidos. Que destaca-se tanto por sua fascinante poesia quanto por sua incrível técnica.


O Decadentismo é uma corrente que envolve literatura, arte e filosofia, que desenvolveu-se em quase toda Europa e em alguns países da America. Apesar do título ter sido dado pelos críticos acadêmicos de forma pejorativa e irônica, o mesmo foi bem aceito e recebido pelos participantes do movimento.

Nascido na Argentina em 1982, Caruso destaca-se por suas pinturas vistas como simbólicas e aterrorizantes. O mesmo vem ilustrando autores como HP Lovecraft, Mikhail Bulgakov, Ambrose Bierce e Marel Schwob, dentre muitos outros livros no gênero fantasia, nos mais diversos países. 

29 março 2017

Dreads como apropriação? - A realidade fragmentada pelo pós modernismo

Representação ilustrativa de um Aghori, créditos na imagem.
Oi. Cheguei um pouco atrasada para comentar esse fato não tão pouco recorrente, mas como penso ser a informação algo essencial, tirei um tempinho para analisar o tema. Com uma dose de pesquisa, descobri algumas informações interessantes, das quais penso ser aqui um ótimo local para o compartilhamento, afinal, agora eu finalmente tenho um espaço fixo para meus escritos.


  • Foi estabelecido na Etiópia, em 1895 pelo Papa Leão XIII o Patriarcado Católico Copta, onde os padres já faziam o uso (não provido do sacerdotismo, e sim estético) dos dreads
  • Não posso deixar de mencionar aqui que os Aghori Sadhu (até pelo meu amor a Índia), que vagueiam o subcontinente indiano como andarilhos, e rejeitam todos seus bens materiais, se alojando em locais sagrados ao Deus Shiva (pois são fiéis devotos do mesmo) também possuem seus cabelos emaranhados em homenagem a Deidade. Ou seja, os dreads sempre estiveram presentes nesses povos.
  • Em função dos cabelos embaraçarem naturalmente quando não cuidados, os humanos pre-históricos, antes das invenções de pentes ou utensílios parecidos, também usavam seus cabelos bem semelhantes ao que hoje conhecemos como dreadlocks.
  • Os dreadlocks eram usados de forma tradicíonal pelos sacerdotes astecas, nos séculos XIV e XV, inclusive existem provas arqueológicas de múmias encontradas no Peru mais ou menos entre 200 e 800 D.C que faziam o uso do mesmo.

26 março 2017

UNBOXING: Lady Dark



WWW.FACEBOOK.COM/LADYDARKLOJA
10% off com o cupom CARPENOCTEM

Recebi na última quinta feira (23) uma entrega super especial da Day Almeida, que além de simpaticíssima tem um talento incrível como artesã na Lady Dark - nossa mais nova parceira. E para os que não conhecem (sinto muito por todos vocês), a Lady Dark é uma loja que produz com muito carinho desde 2010 lindíssimos acessórios artesanais, voltados em sua grande maioria ao meio gótico/alternativo. Para quem assim como eu baba em acessórios que se remetem ao estilo vitoriano, vai sem sombra de dúvidas enlouquecer à primeira vista pela loja. 
Infelizmente não consegui conter a ansiedade, acabando por bagunçar a caixinha antes da foto, no entanto, os acessórios juntamente a um bilhete mega fofo, foram cuidadosamente embalados e separados individualmente no envio.

Sem mais delongas, vamos conferir essas peças maravilhosas..

19 março 2017

Vilela Boots - resenha, experiências e dicas


Primeiramente, gostaria de dizer que essa postagem não é publicitária, e 90% do que digo aqui foi elaborado com base nas minhas experiências pessoais. 

A Vilela trata-se da marca mais conhecida e renomada do brasil que se empenha desde 1990 a produzir sapatos direcionados ao público alternativo. Em meio a tantas inovações, a dedicação e criatividade se tornam admiráveis. Mas como tudo possui seus prós e contras, a marca tão conhecida entre o público underground não escapa dessa. Decidi expor aqui com base nas minhas experiencias, meu ponto de vista quanto a marca. 

Nem tudo são rosas

Os sapatos da Vilela são no geral produzidos em couro legítimo (tendo também nas opções couro ecológico e vinil), material de extrema qualidade e em um perfeito acabamento, o que os faz, se bem cuidados, durarem a vida inteira. O aspecto negativo disso é o desconforto. Sim, infelizmente os sapatos são tão duros que chegam por vezes a se tornar um extremo incomodo. Ou em um português claro: você VAI SOFRER até que o coturno pegue o 'molde' de seu pé e se adapte ou 'amoleça'. O que geralmente ocorre após algum tempo de uso. Infelizmente em alguns modelos tal como com o conhecido sapato boneca, o incomodo acaba por ser ainda mais frequente, uns relatam desconforto nos dedos, enquanto outros no calcanhar ou tornozelo, gerando as mais variadas (e recorrentes) reclamações..

17 março 2017

Review:The other side of the door

Imagem relacionada
Postagem livre de spoilers
Para quem gosta de fugir dos clichês, trago hoje uma boa indicação. Como alguém apaixonada pela cultura e mitologia indiana, não pude deixar esse filme de fora da minha lista de preferidos. Dirigido pelo britânico Johannes Robert, The other side of the door é um filme ambientado na índia, que transpassa ótimos sustos.
Sobre o Filme
O filme começa contando a historia de Maria, uma mulher ainda desconsolada pela trágica e traumática morte de seu filho Oliver, que se afoga durante um acidente de carro. O passado doloroso vivenciado pela protagonista, coincide com o de sua empregada, Piki, que também perdeu sua filha em um acidente envolvendo água, e em uma tentativa de conforta-la, Piki lhe conta sobre um templo abandonado em sua aldeia remota onde por meio de um ritual de necromancia, os mortos podem ser trazidos de volta e ouvidos por trás da porta do templo, onde você deve espalhar as cinzas dos mortos nos degraus a sua frente, e esperar pela noite, para por fim contatar o falecido e ter a chance de dizer um adeus e/ou conseguir de algum modo, um encerramento. Portanto, uma regra jamais deve ser quebrada: a porta não deve ser aberta.

Maria ainda que desacreditada, vê nas palavras de Piki sua última esperança e chance de despedida de seu falecido filho, e ao se deparar com a funcionalidade do rito, a mulher deixa-se guiar pela sua emotividade e imaginação de que poderia trazer seu filho de volta, abrindo por fim a porta, e consequentemente, o portal que liga o mundo dos mortos e dos vivos.

assista ao trailer

Curiosidade
O templo mostrado no filme não existe de fato, porém temos um que se aproxima do que é exibido, e quem sabe não tenha rolado uma pontinha de inspiração vinda de lá!? 
Cito nada mais, nada menos que Mehandipur Balaji, um templo indiano dedicado ao deus-macaco Hanuman  uma das manifestações de Shiva, conhecido também por Balaji, recebendo milhares de pessoas diariamente, em especial nos sábados e aos domingos. Onde as mesmas buscam ajuda para o afastamento de maus espíritos e libertação das próprias angustias, fazendo oferendas de arroz e urad ao deus Hanuman.


Templo Mehandipur Balaji

Não para por aí..

10 março 2017

UNBOXING: Trívia Store


Oi! É com muita felicidade que venho anunciar uma nova parceira. Recebi durante a semana um lindo kit enviado pela Michele, artesã talentosíssima idealizadora da Trívia. Loja que ganhou minha admiração a primeira vista. Não pude conter a felicidade quando chegou a encomenda, ansiosa como sou, não via a hora de ver as peças de perto.  Para quem não conhece, a Trívia é uma loja voltada ao público alternativo que trás acessórios em sua maioria artesanais, feitos com muita dedicação e estilo, com uma média de preços bem acessíveis, que variam de R$15 à R$18Fiquei surpresa com a rapidez da entrega, mesmo sendo por meio do pac, a encomenda chegou em exatos 3 dias, me poupando um bocado da curiosidade. É de se notar o incrível cuidado e delicadeza com as peças. Todas vieram bem embaladas e postas em saquinhos pretos. 

Devo admitir, marcas que possuem um real cuidado e preocupação com os clientes ganham um pontinho a mais comigo. Os acessórios contidos no kit estarão listados à seguir.

02 março 2017

A sociopatia como o modelo idealizado de sucesso!?

 
"I prepare for the noble war. I'm calm; I know the secret. I know what's coming, and I know no one can stop me, including myself. I kill people I like. Some of them beg for their life. I don't feel sad. I don't feel anything. It's a filthy world we live in. It's a filthy goddamn helpless world, and honestly, I feel like I am helping to take them away from the shit and the piss and the vomit that run through the street. I am helping to take them somewhere clean and kind. The world is a filthy place; It's a filthy goddamn horror show. There's so much pain, you know? There's so much... There is something about all that blood; I drown in it. The Indians believed that blood holds all the bad spirits, and once a month in ceremonies they would cut themselves to let the spirits go free. Now, there is something smart about that, very smart. I like that. 
You think I'm crazy?"
(Tate to Ben Harmon, American Horror Story)

Oi. Nesse momento você deve estar se perguntando o quê raios quero dizer com esse título, mas logo chegarei ao ponto. Pode parecer chocante para uns, e piada para outros. Mas há uma coisa você deve concordar comigo. A configuração de nossa sociedade é não mais que baseada nisso. Poder. Poder para posse de bens, poder para liderança, poder para o aumento da eficiência, da produção, mas hoje, cá entre nós, a eficiência se tornou mera convenção social. Se é que em algum momento ela não há de ter sido. No próprio trabalho, em casa, na rua, e na sociedade, o famigerado sucesso surge das palavras "liderança", "decisão", "convicção"..

23 fevereiro 2017

Framed In Blood Art

Disponível para compra aqui

Sou uma grande admiradora das artes plásticas e visuais, e nunca deixei isso de fora nas minhas redes sociais, justamente por acreditar não haver plataforma melhor para divulgação e exposição de conteúdo que a própria internet. Em meio a um país que tanto carece de cultura, onde somos bombardeados por corrupção, violência e futebol diariamente, a grama do vizinho se torna sempre mais verde, e toda produção de arte nacional é desvalorizada. A partir disso penso ser a contribuição algo essencial (principalmente quando falamos de artistas brasileiros) no crescimento e reconhecimento de novos artistas. E hoje, como uma admiradora da arte que sou, vim trazer uma amostra de uma artista que tive o prazer de conhecer e cair de amores recentemente pelo seu trabalho.

Framed In Blood Art é um projeto artístico criado em 2014 com o inicial intuito de trabalhar apenas com fotografia, e conforme a expansão de seus projetos, a paulista Carolina Ziwian, aderiu a também a arte digital. Com a temática de Horror, baseada na atmosfera Vampiresca e voltada ao público gótico e alternativo, a marca se popularizou e tornou-se disponível para vendas e envios a todo o mundo. 

Aqui vocês podem adquirir molduras e artes impressas com o nome da logotipo do blog

The Noctem MugThe Noctem Framed Art PrintThe Noctem Canvas Print

Vocês podem encontrar também desde itens decorativos a itens de vestuário tais como camisetas, leggins, moletons..

20 fevereiro 2017

Where demonized, I became a demoness - Clicks in the wood

"From within the skull, hair comes into existence. Debris, ribbon, the surplus of brain. Virginal, black hair. These are the threads of my mind crawling, like the legs of a black widow tangled in the breeze hanging from my crown like dark, dead trees. Darkness within me,  darkness which leaves me. It is the evidence of time, the rings of my history. " Segovia Amil

Oi! No dia 9 de Janeiro, eu e meu amigo (@arsemantche), resolvemos fazer um passeio por um bosque local. Em meio a um calor escaldante, o dia tinha de tudo para dar errado.
Acabamos por não conseguir chegar ao destino, e resolvemos dar uma pausa pelos arredores, onde esbarramos no achado do dia, que me valeu pelo passeio inteiro.

  

Quem me conhece sabe do meu amor por anatomia e taxidermia.
Eu definitivamente me vi no lugar certo, e na hora certa.


As fotos foram tiradas pelos olhares do meu amigo Ygor Nas, todas de forma bem amadora, e por meio do celular, mas devo admitir que ficaram melhores que eu imaginava (apesar da baixa qualidade). E o bonito do crânio acabou por se tornar mais uma aquisição, que não ficou fora dos cliques seguintes. Continue lendo para ver as fotos.